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sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Cinema 522# A Justiceira

A Justiceira (Peppermint)


Riley North (Jennifer Garner, já fez a Elektra no cinema) era uma simples mãe e executiva, mas vê sua vida mudar com o assassinato do seu esposo e filha à mando do traficante local (Juan Pablo Rasa) na sua frente. Anos depois ela volta deixando um rastro de corpos e uma sede de vingança até chegar no responsável por ter destruído sua vida e ao mesmo tempo  a polícia local tenta impedi-la de fazer justiça com as próprias mãos. O filme conta ainda com John Ortiz, John Gallagher Jr e grande elenco. Direção de Pierre Morel e distribuição pela Diamond Films.


Premissa só essa mesmo, uma pessoa cotidiana que vê sua vida mudar e sai em busca de vingança. Praticamente isso a trama toda, Riley matando geral, engraçado que de inicio alguns dos principais responsáveis pelo ocorrido mal são mostradas suas mortes, depois a história não se segura e temos cenas de assassinatos sem parar com tiros e sangue para tudo que é lado. Esse plot é parecido (ou igual) do Justiceiro da Marvel (lembrando que Garner já foi a Elektra, outra assassina das HQs da casa de Stan Lee). O roteiro tenta dar umas camadas para simpatizar com a causa da protagonista, seja com a família morta (consegue um pouco) e atual aonde a opinião pública de manifesta em relação as atitudes de justiceira dela (não consegue, pois é muito artificial), nisso temos uma matança e nada mais. Engraçado como as habilidades dela chega a ser sub-humanas (Tiro, facada e soco) e ela continua sua vingança (aliás a protagonista passa todo o tempo machucada, seja da primeira cena do presente até a última).



Efeitos das mortes são bem feitos, seja com sangue, tiro ou qualquer arma para matar. Parte sonora é boa, além de uma ambientação urbana que não compromete. Garner não é muito exigida como atriz, pois ela só mata ou esta se ferindo, restante do elenco são de atuações sofríveis. Toda estrutura de roteiro é a mais básica possível para trazer a você uma experiência de filme de ação tipo B que usa uma camada rasa como plot para justificar uma ação desenfreada e só. A Justiceira nada mais é que um filme de justiça com as próprias mãos que já vimos em muitas outras histórias, mas no que se propôs a fazer entrega ok dentro do possível e consegue finalizar de forma coerente no que se propôs a fazer. Apenas com um adentro, não é mostrado como uma mãe sai de dona do lar e executiva para uma assassina a lá Elektra e quase imortal que toma tiro, facada e soco, mas consegue seguir firme (seria legal mesmo um final a lá Fragmentado de Shyamalan ligando a outro filme e dizer que ela era a Elektra, isso explicaria essas habilidades todas kkk). Regular, apenas fez o básico do básico.


(Filme nota 2,5/5)
Visto em Cabine de Imprensa
Autor: Alan David

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