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quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Cinema 546# Robin Hood - A Origem

Robin Hood - A Origem (Robin Hood)


Um jovem nobre (interpretado por Taron Egerton, Kingsman) sob o treinamento e orientação de John (Jamie Foxx, vencedor de Oscar) que antes foi seu inimigo na guerra das Cruzadas, torna o rapaz muito habilidoso e ágil com arco e flecha. Os dois têm um plano para acabar com a tirania do Sheriff (Ben Mendelsohn, Star wars Rogue One) na cidade, para isso, sobre a alcunha de Robin Hood, ele vai dar muito trabalho aos nobres, ao mesmo tempo em que o jovem sofre pela distância da sua amada Marian (Eve Hewson). A origem do ladrão que rouba dos ricos para dar aos pobres na cidade de Nottingham. Elenco ainda conta com James Dornan (Cinquenta Tons), F. Murray Abraham, entre outros. Direção de Otto Bathurst, com Roteiro de Ben Chandler e David James Kelly. Produção Lionsgate e distribuição brasileira pela Paris Filmes.

Uma história já contada várias e várias vezes, aqui temos Robin Hood mais adaptado para o público atual, uma linguagem e figurino mais jovem, além de uma dinâmica de narrativa (pelo menos é o que deveria ter) que traga uma nova geração para conhecer um conto que já foi produzido muitas outras vezes. Durante todo o filme você tem as motivações do protagonista (Robin Hood) na maior parte do tempo baseadas no amor, mesmo quando tenta lá pelo final dar um censo de justiça ao personagem, fica claro que toda sua jornada não condiz com seus pensamentos, isso acaba tirando a força de um longa-metragem mais aventureiro. Não temos muita ação, as poucas que tem são até bem feitas, a trama não empolga, nenhum momento temos uma situação que fuja do marasmo do que está sendo contado, deveria ser mais intenso. Tudo parece rodar no automático, corre aqui, corre ali, nem temos um grande vilão (Mendelsohn), ele é mais de bastidores, apesar de que no final tem uma grande revelação que é mais que óbvio de quem já conhece um pouco da mitologia do personagem, até nisso falha, deveria ter melhor explorado o ladrão que rouba dos ricos para dar aos pobres, ao invés de ficar em traminhas chatas.


Como dito o figurino está bem moderno para a época, a linguagem é mais para um público jovem, com relação à direção de arte, fotografia, trilha sonora e outros termos técnicos, nenhum atrapalha o filme. Efeitos visuais de luta e algumas explosões são contidas dentro de pouco tempo, muitos cortes, sem um grande plano sequência que chamasse atenção, a montagem não está boa, não flui bem de um núcleo para o outro como deveria. O roteiro tenta emplacar que é um ladrão de ricos, só que emplaca mais que tudo gira em torno de romance. Sobre o elenco... Taron tem um ar jovial e sarcástico que funciona na maioria das vezes, principalmente nas cenas de ação e dele fingindo está do lado dos ricos. Jamie Foxx faz um personagem bem acelerado tanto em falas como em atitudes. Ben Mendelsohn sendo um vilão com alguém acima dele como em outros papéis já feitos pelo ator. O Restante do elenco só completa o marasmo. Robin Hood – A Origem é a mesma história sendo contada de novo, só que no modo automático, sem empolgar, com uma abordagem que não emplaca, proporcionando quase duas horas de algo que parece que está bom, mas que na verdade falta intensidade e objetividade do que é ser Robin Hood. Apenas regular.

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