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domingo, 17 de março de 2019

Crítica Cinema: O Parque dos Sonhos

(Tinha potencial para ser melhor)


Sinopse: A pequena June (Sofia Mali) com a força da mente imaginava um parque de animais falantes que se divertiam com as pessoas... E junto à sua mãe (Jennifer Garner, A Justiceira) essas brincadeiras continuarão até que ela já fosse mais velha (Brianna Denski). Mas a destino o tirou de perto da mãe, isso fez com que a garota distanciar-se de tudo que ela sempre gostou de fazer, enquanto vai vivendo com seu pai (Matthew Broderick, Curtindo a Vida Adoidado). Um dia a menina se perde ao resolver voltar para casa enquanto estava em um ônibus de excursão escolar e vai parar dentro do próprio Parque dos Sonhos que ela criou em sua imaginação. Agora o lugar está se destruindo e ela precisa salvar aquele mundo junto dos seus amigos animais falantes e reativar algo que estava adormecido em seu próprio coração. Entre os dubladores originais, ainda temos, Ken Hudson Campbell, Mila Kunis (Meu Ex é um Espião), Kenan Thompson (Kenan & Kel), entre outros. Direção de David Feiss, Clare Kilner e Robert Iscove. Produção e distribuição da Paramount Pictures.

O Parque dos Sonhos (Wonder Park)


Antes, o filme perdeu seu diretor original durante a produção (Dylan Brown) devido a acusações de assédio sexual, o que sempre atrapalha, pois cada um tem uma visão sobre o que é melhor para se conduzir um filme para os cinemas. Bom, vamos agora entrar na proposta da animação que seria um Divertida Mente mais contido. A menina June tem aquele Parque dos Sonhos na cabeça e conforme suas emoções se alteram devido ao acontecido com a mãe, isso afeta esse lugar nem tão imaginário assim. Apesar do longa levar esse nome, até chegar nesse tal lugar demora muito tempo, pois são abordados temas como hiperatividade infantil e a desestruturação familiar com a ausência temporária de um membro dela, quando tem esse acontecido, achei interessante abordar temas de doença em algo para crianças, mas claro que ficou tratado por cima e todas as propostas comportamentais de June também ficaram no meio termo... Quando finalmente chegamos na parte do parque... Segue a cartilha de sempre... Aventura cheia de cores, agito, valor da amizade e final bonitinho sem nenhuma complicação e nada que não tenhamos visto antes.


As cores são bonitas, os traços de animação não são nível Disney, Pixar, Warner e cia... mas não desagradam. Os personagens do parque acabam não tendo empatia, primeiro pelos próprios estilos deles, mas o principal é o fato de se trabalhar muito tempo a personalidade de June, isso acaba atrasando a entrada desse núcleo, então você não dá muita importância para eles, nenhum chama atenção, tudo muito baseado e focado na menina, mesmo não se aprofundando tanto assim. Sobre a dublagem nacional do estúdio Unidub de Wendel Bezerra... ficaram muito boas, seja nas falas, como na mixagem com o som ambiente da animação, tudo feito no capricho e que valorizou mais do que realmente era mostrado em cena. O Parque dos Sonhos é uma história que parecia ir mais além do que parecia, depois recua e entrega a aventura do dia com os valores da amizade, dentro de cores e voltado ao seu público alvo que seria crianças menores. Funciona de forma boa, poderia ter ido afundo como Divertida Mente que não perderia a essência de uma animação para crianças, mesmo assim bom e voltando a ressaltar a bela dublagem brasileira do longa.
 
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 Dúvidas, sugestões, parcerias e indicações: blogparsageeks@gmail.com

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