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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Cinema 511# Os Invisíveis

Os Invisíveis (The Invisibles)


Alemanha 1943, o nazismo atinge seu ápice de horror e vergonha da humanidade, judeus estão sendo mandados para campos de concentração e sendo mortos, aqui temos a história de quatro jovens que estão fugindo desse terrível destino, são eles, Cioma (Max Mauff), Hanni (Alice Dwyer), Ruth (Ruby O. Fee) e Eugen (Aaron Altaras), que para sobreviver terão como ajuda os seus próprios talentos individuais ou sorte e também solidariedade dos alemães que são contra aquele regime genocida. Produção da Alemanha, com direção de Claus Rafle e distribuição nacional da Mares Filmes, estreia marcada para dia 04 de outubro nos cinemas.


Essas produções que retratam os horrores da Segunda Guerra são importantes e ainda mais sendo produzidos na própria Alemanha, mas aqui temos uma abordagem mais psicológica das coisas, temos os judeus sendo levados para campos de concentração e fica nisso, pois o intuito é mostrar a jornada dos protagonistas. Sinceramente parece mais um documentário longo e arrastado, pois mescla os relatos dos quatros sobreviventes nos dias atuais e contando detalhes daquela época, o que já tira o interesse e a preocupação com os personagens, pois você sabe que eles irão sobreviver, então o fator surpresa e um possível ápice vai embora nos primeiros minutos da história, além disso, usa uma estratégia muito descontinua de contar as quatro tramas, corta em momentos importantes, não resolve aquela parte em si, fica rodando sem deixar que a coisa fique mais fluente para no mínimo já sabendo o final, o espectador comprar a jornada daqueles jovens.


As atuações são boas, mas o problema de continuidade e a forma lenta que as coisas são contadas deixam uma experiência maçante, tem boa ambientação, uma troca de filtro de câmera para se ter a sensação que foi gravado na época, são diálogos curtos e uma tensão que como disse acaba perdendo efeito devido os depoimentos atuais, provavelmente funcionaria melhor como um documentário sendo lançado em um serviço de streaming e uma duração meia hora menor do que um filme de drama com duas horas chatinhas de duração, como longa-metragem não agrada, regular.

(Filme nota 2/5)
Visto em Cabine de Imprensa
Autor: Alan David

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