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domingo, 26 de agosto de 2018

Cinema 490# Vidas à Deriva

Vidas à Deriva (Adrift)


Baseado na história real de Tami Oldham (interpretada por Shailene Woodley) e Richard Sharp (interpretado por Sam Clafin) casal que se apaixonaram perdidamente e ao velejarem no alto mar são pegos por uma tempestade e ficam a deriva sem perspectivas de serem resgatados, nisso passarão todos os tipos de aperto para sobreviver a essa tragédia, ainda mais com Richard ferido, direção de Baltasar Kormákur (dirigiu uma outra tragédia baseado em fatos reais Evereste) e com distribuição da Diamond Films, um casal tentará superar as dificuldades em uma situação critica no qual o destino apresentou a eles no meio do oceano.


A história já se inicia com eles minutos depois de serem atingidos pela tempestade, nisso começa uma série de flashbacks que mostra como o casal Tami e Richard se conheceram, não tem nada que você não tenha visto antes, casal bonito e saudável (aliás segunda vez que Sam Clafin faz um cara boa pinta que depois fica inválido, foi assim em Como Eu Era Antes de Você) que se apaixonam loucamente, cenas de ternura, juras de amor, beijinhos e abraços, todo aquela coisa que já sabemos, enquanto vemos a dupla passando muitas dificuldades em alto mar, a maquiagem vai tentando deixa-los bem debilitados devido a tantos dias à deriva, só que a trama passa mais tempo no passado para entender as motivações de Tami do que o sofrimento deles no presente. 


A grande espera é o acidente, como isso aconteceu, pois é a única coisa que o filme oferece para segurar a expectativa do público, pois optando por esse caminho, faz com que o plot tenha um impacto maior, no mais Shailene é uma atriz ok, mas toda a entrega de Shailene (que é produtora do longa) é louvável, Clafin é o galã que sempre faz,  na parte técnica em alto mar não tem nada demais, faltou um capricho melhor no acidente, no geral, uma história contada toda enfeitada no amor como já sabemos e não usa muito da superação do casal como deveria, só que você assiste tranquilo, sem muitas distrações, aliás é um final triste por sinal, mas dentro do esperado e nem precisava lê o livro que originou o filme Red Sky in Mourning: The True Story of Love, Loss and Survival at Sea escrito pela Tami Ashcraft para saber, ficou bom.

(Filme nota 3/5)
Visto em Cinema na Região da Paulista
by: Alan David
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