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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Crítica Cinema | Mademoiselle Paradis

(Demonstrando a hipocrisia e a vaidade da sociedade)


Sinopse: Viena, 1777. A pianista cega Maria Theresia Paradis (Maria-Victoria Dragus) , hoje com 18 anos de idade, perdeu a visão durante seus primeiros anos de vida. Após inúmeros experimentos médicos fracassados, seus pais a levam ao controverso médico Franz Anton Mesmer (Devid Striesow), e ela se junta a um grupo de pacientes extravagantes, que buscam no magnetismo uma oportunidade de cura para males que a ciência tradicional não resolve. Ela goza de liberdade pela primeira vez neste mundo, mas começa a notar que, se o tratamento de Mesmer lhe permite recuperar a visão, ela perde sua virtuosidade musical. Seleção Oficial nos Festivais de San Sebastián International Film Festival 2017 e Toronto International Film Festival 2017. Produção da Alemanha com a Áustria e direção de Barbara Albert. Distribuição da A2 Filmes.

Mademoiselle Paradis (Licht)


Este drama dirigido por Barbara Albert, baseado no livro de Alissa Walser, que escreveu a biografia desta jovem pianista cega. O filme mostra as dificuldades que ela enfrenta com sua deficiência, sua procura por todos os tipos de tratamento e quando consegue mellhorar com um controverso tratamento com magnetismo, tem que escolher entre sua arte e enxergar. O ritmo do filme é lento.e suave marcado por músicas clássicas. O final acaba depois de um santo clímax. O ponto forte do filme é mostrar a vergonha da família por ela ser deficiente visual e as dificuldades que a jovem enfrenta numa sociedade tão vaidosa e fútil. Poderia ter explorado a parte romântica. Deveria falar mais sobre as dificuldades dela encontrar um pretendente.


A direção de arte é caprichada. A fotografia é quase sempre em ambientes internos. O figurino e os penteados são incríveis. E a trilha musical maravilhosa recheada de música clássica. Os destaques na interpretação são para Maria-Victoria Dragus como Mademoiselle Paradis e de Devid Striesow como seu médico. Maria-Victoria passa toda a fragilidade e insegurança da pianista. Devid convence com suas técnicas de magnetismo. Mademoiselle Paradis é uma produção é caprichada e apesar de se passar no século XVIII consegue ser atual ao demonstrar a hipocrisia e a vaidade da sociedade.

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 Dúvidas, sugestões, parcerias e indicações: blogparsageeks@gmail.com

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