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sábado, 29 de setembro de 2018

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Bleach


Adaptação do mangá de Tite Cubo, Bleach conta a história de Kurosaki Ichigo (Sôta Fukushi) um estudante colegial que tem uma peculiaridade, ele pode vê pessoas mortas, só que esse poder trouxe uma grande tragédia na sua infância. Sua vida muda quando ele vê a Ceifadora Rukia Kuchiki (Hana Sugisaki) em ação contra um Hollow (monstros espirituais), mas devido a um lance do destino, Ichigo recebe os poderes dela e passa a ser um Ceifador de Almas, mas além de não querer esse destino, tanto Ichigo como Rukia correrão perigo, pois a Sociedade Espiritual (Lar dos Ceifadores) desaprova o que esta acontecendo e com isso Byakuya Kuchiki (Miyavi) o irmão mais velho de Rukia e Renji Abarai (Taichi Saotome) vem á Terra para resolver essa situação de forma bem hostil. Produção japonesa, com direção de Shinsuke Sato e saindo pelo Brasil no catálogo da Netflix.


A história assim como Samurai X, Gantz e Full Metal seguem fiel ao contado no mangá e mantendo seus personagens originais, nada de ocidentar a trama e fazer aberrações como Dragon Ball Evolution e Death Note. Aqui temos o primeiro arco da história original, apresentando os personagens, dando um tempo para a dinâmica Ichigo e Rukia fluir, todo o núcleo do protagonista do mangá estão presentes, temos Ishida, Orihime, Sado, Kisuke e a família do Kurosaki, tentando se manter nas características de cada um como no original, por ser de origem, não temos muita ação de inicio, o modo de atuar dos japoneses tem um estilo meio caricato e isso acaba estranhando um pouco, mas nada que atrapalhe, pois a ideia é tentar fazer com que o público que nunca leu ou assistiu o anime Bleach se familiarize com a ideia de Sociedade Espiritual, Ceifadores, Hollows e etc... que isso tudo faça sentido. A trama da umas picotadas e acaba não dando naturalidade que devia para fluir melhor, mas você consegue comprar aquele mundo do Ichigo e cia.


As atuações são meio a meio, Ichigo seria o mais complicado, pois é um personagem marrento de cabelo laranja, mas esta bem adaptado, os "vilões" estão bem, algumas exceções como Rukia, Orihime e Sado tem em seus atores uma atuação não muito natural, no restante entregam bem, os efeitos estão muito bons por sinal, agora as cenas de luta por serem coisas fora do normal, deixam a desejar no quesito embate físico, a trilha poderia ser melhor, já que na animação é uma melhor que a outra, ambientação e design perfeitos, aliás em cenas de destruição muito boas, mas assim como o mangá o roteiro de Bleach não é todos que gostam, além do que esse é o pior arco do original. A bilheteria nos cinemas japoneses não foi boa e não há garantias da sequência, espero que tenha, pois agora cobriria o mundo da Sociedade Espiritual e teríamos personagens mais carismáticos do que os mostrados nesse longa, por fim, Bleach trás a mesma experiência da animação/mangá e de forma bem decente entrega senão um primor de adaptação, uma experiência visual boa e roteiro fiel dentro do possível de adaptar, gosto da franquia, ficou bom.

(Filme nota 3,5/5)
Netflix
Autor: Alan David

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