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segunda-feira, 23 de julho de 2018

Cinema 483# Ilha dos Cachorros

Antes, mais um Noitão do Caixa Belas Artes, sessões mega tranquila nos 3 filmes, além do estreante, tivemos ainda na maratona da madrugada O Grande Hotel Budapeste que dispensa apresentações e Moonrise Kingdom que é muito bom. 



Ilha dos Cachorros (Isle of Dogs)

Vamos ao roteiro do filme: Nessa história surreal, o ministro japonês proíbe os cachorros de viverem entre as pessoas, com isso eles são todos enviados para viver em um lixão, nisso entra o garoto Atari Kobayashi que esta atrás do seu cachorro Spots e vai parar no local, lá recebera a ajuda em sua jornada de outros cachorros, enquanto isso pessoas tentando encontrar um meio de reverter essa situação muito inusitada vão a protesto e tentar descobrir o porque desse complô contra os caninos, a novo filme do diretor Wes Anderson trás uma animação em Stop Motion que mostra o quanto está a intolerância humana, dublagem original estrelada com Bryan Cranston (cão Chief), Frances McDormand, Edward Norton (cão rex), Liev Schreiber (cão Spots), Scarlett Johansson (cão Nutmeg), Jeff Goldblum (cão Duke) e grande elenco.


Ao terminar de assistir o filme: O fato de ser uma jornada de busca, cidade contra cachorro, tudo é claro e visível que se trata de uma analogia a intolerância humana, só contextualizada em uma animação fictícia, vários assuntos estão sendo colocados em xeque como preconceito, inveja, ganância e outros sentimentos ruins... adicionados a também luta por ideais, lealdade, bondade e redenção... em vários momentos contra pontos entre os personagens (cachorros em sua maioria) são colocados na mesa, um exemplo (um dos cachorros é um sujo, sarnento e estropiado, os outros cachorros amigos que tem uma condição física melhor e o trata bem porque ele é um coitado, quando no meio do filme isso muda, esses mesmos cachorros despertam inveja dele um certo período), mas nada muito dramático, além disso tem um humor legal, nada muito vistoso, algumas tiradas são as melhores partes, óbvio que Stop Motion tem suas limitações mesmo sendo visualmente bonito, a parte de não legendar algumas ou muitas falas em japonês são para que o público interprete esses sentimentos, isso é curioso, no geral a história anda bem, não é muito divertido, mas é bem reflexivo, personagens não dispõe  de muito carisma, não é infantil, apesar de não ser pesado, tem aquele toque pessoal do Wes Anderson de uma comédia que mescla bem requinte e escrachado, manja muito disso, no fim mensagem que o longa quer passar é bem entregue,  gostei do filme.


Assistido em: Caixa Belas artes
Data: 20/07/2018
Roteiro:5/5
Atuações (Dublagem):5/5
Direção:5/5
Edição e Mixagem de Som: 4/5
Desenvolvimento:3/5
Cores: 3/5
Traços: 3/5
Trilha Sonora: 4/5
Carisma dos Personagens: 3/5
Diversão: 3/5
Filme nota 3,8/5 (Bom Mesmo)



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