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sexta-feira, 6 de julho de 2018

Cinema 477# Nos Vemos no Paraíso

Antes, filme Francês que foi o carro chefe do Noitão Belas Artes, tema R.G falso que aconteceu na última sexta para sábado, na sala onde eu estava, os outros filmes foram as comédias As Branquelas e Vovó...Zona! tudo sessões tranquilas. 



Nos Vemos no Paraíso (Au Revoir Là-haut)

Vamos ao roteiro do filme: Filme da França que vem sendo elogiado na Europa, dirigido e estrelado por Albert Dupontel, conta a história dos ex soldados da segunda guerra Albert (Dupontel) que sofre para se estabelecer socialmente na vida pós batalha contra os alemães e Edouard (Nahuel Perez Byscayart) que sofreu um grave ferimento na mandíbula ao salvar Albert na batalha final e com isso pediu para ser dado como morto pois não quer seu severo pai Marcel Péricout (Niels Arestrup) saiba da sua existência, mas ele decide dar um golpe com pinturas falsas e vai precisar de Albert nesse plano arriscado e ao mesmo tempo Albert terá Marcel que é o governador, o cercando de perguntas sobre o filho "morto na guerra", temos ainda o picareta Pradelle (Laurent Lafitte) que após aprontar nas trincheiras, pós guerra ele vem dando golpes para se dar bem, sendo ele o único que sabe o que aconteceu a Edouard tirando Albert, em meio a uma França em restauração, duas pessoas que viraram amigos na dificuldade, podem estar dando um passo maior que a perna.


Ao terminar de assistir o filme: Olha... me surpreendeu, pois no inicio do filme parecia mais uma película dos anos 70, mas já na parte da segunda guerra e depois durante a trama principal, muitas coisas chamaram a atenção, tecnicamente está muito bem resolvido, a parte sonora, seja efeito ou trilha estão bem encaixadas, figurino, design de produção, ambientação de época e uma boa montagem faz com que você admire aquilo que você esta assistindo, claro que um filme francês tem suas peculiaridades, não consegue ser dinâmico, a história se enrola para dar o clímax, mas nada que atrapalhe muito, agora os dois protagonistas deixam a desejar, não passam direito o que a história estava querendo mostrar, mas os coadjuvantes, seja Pradelle e o pai Péricout consegue um de forma canastrona e o outro procurando redenção...  passar sentimentos que o público acaba simpatizando com eles, tem humor dosado claro, no geral entrega uma história interessante, um pouco lenta, mas de visual e áudio técnicos muito bom e com coadjuvantes que se sobressaem aos protagonistas, gostei mesmo.


Assistido em:Caixa Belas Artes
Data: 30/06/2018
Roteiro:3/5
Atuações:3/5
Direção:3/5
Edição e Mixagem de Som: 5/5
Montagem:5/5
Design de Produção: 5/5
Fotografia: 5/5
Trilha Sonora: 5/5
Efeitos Visuais: 1/5
Diversão: 2/5
Filme nota 3,7/5 (Bom Mesmo)


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