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terça-feira, 20 de março de 2018

Cinema 461# Tomb Raider - A Origem

Antes, assisti duas vezes, a primeira no último sábado no Marabá, sessão tranquila, só foi puxado porque fui no evento de lançamento do Blu-ray do filme da Liga da Justiça, na sequência no Teatro assisti a peça Palhaços com Dedé Santana e fechando a noite com o reboot da franquia dos games, ontem assisti novamente agora no Cinemark Boulevard, onde eu estava era tranquilo, mas dava para ouvir uns shiiiii e umas conversinhas paralelas bem baixo devido eu estar bem distante deles, então não incomodou.


Tomb Raider - A Origem (Tomb Raider)

Vamos ao roteiro do filme: Reboot da franquia baseada dos novos games, Tomb Raider trás a vencedora do Oscar 2016 Alicia Vikander como Lara Croft que na procura pelo seu pai (Dominic West) desaparecido a 7 anos, ela vai a uma ilha misteriosa em busca de respostas ao lado de Ren (Daniel Wu), mas chegando lá encontram o perigoso Mathias Vogel (Walton Goggins) que está atrás da tumba de uma sacerdotisa, só que encontrar isso pode liberar um mal que colocará todo o mundo em perigo eminente, com direção de Roar Uthaug (apenas filmes noruegueses no currículo) e produção da Warner Bros, Tomb Raider esta de volta, sai Angelina Jolie e entra Vikander em um novo tipo de Lara Croft.


Melhor desistir dos filmes de Games? Já é uma pergunta que já se deve fazer, pois investir tanto dinheiro (precisa de atores conhecidos e uma alta dose de efeitos especiais, pessoas, além de divulgação e todo marketing que envolve um filme desse porte), pois se você deixa igual aos games já se mostrou complicado pois o roteiro de um game não é elaborado para um público exigente (os mais antigos como eu ficava apertando os botões para cortar as cut-scene e corta a história para jogar logo  kkkk) claro que hoje em dia isso conta mais e já esta na cultura dos games atuais ter roteiro, só olhar The Last of Us, The Wicher 3, Uncharted e até do novo Tomb Raider, mas será que ainda é o suficiente?, as vezes se optar por usar só o conceito como Resident Evil e partir para algo mais separado (não funciona) outras muda tudo como Assassin´s Creed (realmente não funcionou), outras deixa parecido e só mudar o rumo de alguns personagens como Hitman Assassino e Warcraft (apenas ok), agora em Tomb Raider fica evidente que a ideia era deixar igual aos games visualmente e tacar um roteiro que eles achavam que iria encaixar, acertaram apenas 50%, esta vindo Uncharted ai com Tom Holland, já temo,  filmes de games já esta saturando devido a tantos fracassos, e desse jeito o caminho a curto prazo seria fazer animações de longa metragem, porque esta difícil sair aquele live action de game acima da média.
 


Ao terminar de assistir o filme: Tecnicamente ficou perfeito aos novos games da franquia (primeiro é excelente, tenho até hoje para o ps3), entra uma nova Lara Croft, mais humana, sem essa de mulherão como os games antigos da franquia e também dos filmes da Jolie,  nisso Vikander entrega, apesar do rostinho angelical, foi bem pois consegue passar o que essa nova Lara do reboot dos games pode oferecer, aliás com cenas idênticas aos novos games, você parece assistindo um cgi do jogo, efeitos bons, boa mescla de ação e som, eleva e diminui a tensão no tempo certo, mas tem um sério problema... roteiro, roteiro e roteiro... está mal escrito, o lance do pai dela que volta toda hora estraga o filme, as melhores cenas são o com ela sozinha, pois elenco de apoio parece promissor e não vinga, o vilão Vogel tem sua primeira cena com um diálogo tenso com Lara, muito boa, mas fica nisso, superficial, as atitudes burras dos personagens que ficam difícil de engolir, lá pelo fim a história descamba para o óbvio, tirando essência dos games. Ficou igual aos novos novos visualmente? Ficou sim, mas precisa roteiro, tudo parece simplista, imediatista e sem alma, mesmo assim não foi um desastre total, se tivessem focado mais na Lara sozinha seria bem melhor, no inicio e depois uma parte lá no meio, tudo focou nas habilidades da Lara e isso funciona, quando o longa tinha a chance de faze-la mitar, ele volta atrás e a envolve nessa trama chocha tirando o que a personagem tem de melhor, até o grande mal que seria libertado, você imaginava que fosse o Thanos de tão ameaçador parecia ser kkkk e no fim nem era isso tudo, mescla de sentimento, sai do cinema (duas vezes) querendo jogar o game, mas sem vontade de vê uma sequência, recomendo assistir se vc gosta de ação e do game e não ir se você gosta de história e coerência, filme dividido, mas com a certeza que novamente não fizeram um longa de games acima da média.

Assistido em: Playarte Marabá e Cinemark Boulevard
Data: 17 e 19/03/2018
Roteiro:1/5
Atuações:3/5
Direção:1/5
Edição e Mixagem de Som: 4/5
Montagem:3/5
Design de Produção: 3/5
Fotografia: 3/5
Trilha Sonora: 4/5
Efeitos Visuais: 4/5
Diversão: 3/5
Filme média nota 2,9/5 (Bom)


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1 Comments:

  1. Olá, pessoal. Tudo bem?

    No mês de março, algumas notícias no portal citaram a Ubisoft ou um de seus jogos. Vamos incluir essas notícias no nosso relatório, porém, precisamos dos dados de visitantes únicos e pageviews do site.

    Vocês possuem esses números?

    Me chamem no email felipe@rosaarrais.com.br

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