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quinta-feira, 8 de março de 2018

Cinema 457# Motorrad

Antes, terça inicio de noite na Augusta, para falar a verdade eu ia vê Eu, Tônia no Espaço Itaú da Augusta as 19, mas já tinha esgotado, a próxima sessão seria muito tarde, então desci a Augusta e fui no Espaço Itaú da Frei Caneca, sessão tranquila com 7 pessoas novamente (como em Projeto Flórida) só que devido ao inicio sonolento do filme, um caba foi embora antes da história começar a andar, meu 20º filme assistido nos cinemas em 2018. 


Motorrad

Vamos ao roteiro do filme: Produção nacional que conta um suspense com os irmãos Hugo (Guilherme Prates) e Ricardo (Emilio Dantas) que junto aos seus amigos saem numa trilha de moto, no meio do caminho conhecem Paula (Carla Salle) uma mulher misteriosa que os levam para um pequeno paraíso, mas tudo vai a ruína quando eles são atacados por misteriosos motoqueiros de preto, suas vidas correm risco nessa trama de produção brasileira, com direção de Vicente Amorim (Irmã Dulce e Rio, Eu Te amo).


Ao terminar de assistir o filme: Toda tentativa brasileira nos cinemas de fugir da comédia é louvável, até que esta tendo uma certa melhora nisso, mas também não pode ficar lançando qualquer coisa, no caso de Motorrad, o diretor Vicente Amorim optou por uma fotografia escura, mesmo durante o dia... a tonalidade de cores é bem puxado para o cinza, cenas noturnas pioram tudo porque você não enxerga direito o que esta acontecendo, de roteiro tem um inicio assustadoramente lento (tava cochilando e uma pessoa foi embora da sessão), quando as coisas começam a andar... ai trás um certo interesse, porque entra no clichê de uma morte atrás da outra, mas são muito bem feitas por sinal, agora a montagem está muito zoada, além disso a ambientação é bem estranha, não lhe trás que uma sensação que aquilo existe mesmo (um lugar feito de cacos de pedras), fora que faz cortes bruscos e apesar de boa mixagem de som, a edição sonora é estourada, fica fora de tom, muito alto e mistura tudo sem coesão, já sobre os assassinos... eles aparecem do nada e fica nisso sem explicação, só uma ideia do que seriam no final, outra coisa irritante é o excesso de câmera lenta, parece todo mundo lesado ali, ninguém se movimente rápido, nem os assassinos que estão a 1 metro de distância e saem andando todos estilosos para assustar e matar, meio forçado, quando você entende a proposta de matança do longa até fica interessante a trama e te faz querer saber até aonde vai dar aquilo, muito pela atuação ok do elenco (apesar de interpretarem personagens meio burros) dentro do que é a proposta do diretor (que não é boa) pelo menos conseguem cumprir o objetivo final que dentro da bagunça que foi durante todo longa parecia que não conseguiriam fazer algo que preste no fim, apesar que já estava na cara quem terminaria a história devido a primeira cena do filme, mas não entrega uma obra que se valha a pena o ingresso, apenas por Stream se for por curiosidade, apenas regular.


Assistido em: Espaço Itaú Frei Caneca
Data: 06/03/2018
Roteiro:2/5
Atuações:3/5
Direção:2/5
Efeitos de Som e Mixagem: 2/5
Montagem:2/5
Design de Produção: 2/5
Fotografia: 2/5
Figurino: 3/5
Efeitos Visuais: 4/5
Diversão: 2/5
Filme média nota 2,4/5 (Regular)


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