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quinta-feira, 8 de março de 2018

Cinema 456# Projeto Flórida

Antes, sessão de meia noite de sábado para domingo no Espaço Itaú da Augusta, contando só tinham 7 pessoas, mas duas delas estão em outra história minha, no Lady Bird um casal gay estava dando umas risadas forçadas em cenas que nem eram tão engraçadas assim, não é que uma sessão tarde daquelas, qual era a chance de reencontra-los de novo rs, por sorte não foram na quantidade de vezes que fizeram em Lady Bird, devia ser o horário e o sono batendo, filme teve uma indicação ao Oscar (coadjuvante a William Dafoe), meu 19º filme assistido nos cinemas em 2018. 


Projeto Flórida (The Florida Project)

Vamos ao roteiro do filme: Nos arredores dos parques da Disney, a imperativa garotinha Moonee (Brooklyn Prince) de 6 anos vive aprontando com seus amiguinhos em um hotel mediano para baixo que tem como gerente o esforçado Bobby (William Dafoe), alheio a sua condição apertada de vida que vive com sua mãe (Bria Vinaite), uma mulher cheia de problemas em se manter hospedada no hotel e conseguir uma vida confortável para sua filha, direção de Sean Baker (fez Tangerine que concorreu a filme estrangeiro no Oscar 2016).


Ao terminar de assistir o filme: Realmente é um contra ponto interessante de todo luxo e diversão de ir para a Disneylândia, um hotel de no máximo 2 estrelas com hospedes de todos os tipos e alheio a isso crianças sendo crianças mesmo, isso é o mais legal no filme, nada de prodígios e com mentalidade acima da idade, são inocentes e arteiros, nossa como são atentados, principalmente a menininha protagonista, chega da raiva a hiperatividade dela, só que ao longo da história isso é explicado devido ao comportamento da sua mãe, na parte dela, a sua interação com a filha lembra muito A Vida é Bela, aonde tudo desmoronando ao seu redor, mas ela protegendo sua filha e mostrando um mundo de fantasia para que não seja envolvida em todo o caos ali existente em sua vida, nisso tudo um William Dafoe flutuando muito bem nessa trama em modo simple, básico e também complexo como uma cena contra um possível pedófilo, a garotinha atua muito bem para uma criança de 6 anos (Brookllyn Prince), já as outras são robóticas, fica claro que estão repetindo o que acabaram de falar com elas, o final é muito porco e não condizente de como tudo estava andando até ali, faltou fechar de forma mais contundentemente dentro do que foi oferecido até então, melhor que uns 4,5 indicados a melhor filme do Oscar 2018, merecia mais indicações, aprovado, ficou bom mesmo.


Assistido em: Espaço Itaú Augusta
Data: 03 para 04/03/2018
Roteiro:4/5
Atuações:4/5
Direção:4/5
Efeitos de Som e Mixagem: 3/5
Montagem:4/5
Design de Produção: 4/5
Fotografia: 4/5
Figurino: 3/5
Trilha Sonora: 3/5
Diversão: 4/5
Filme média nota 3,7/5 (Bom Mesmo)


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