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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Cinema 449# Lady Bird - A Hora de Voar

Antes, pré estreia da segunda de carnaval no Espaço Itaú da Augusta, chegar no Centro de SP novamente foi um transtorno como semana passada, devido aos bloquinhos de Carnaval, mostrando o quanto a cidade não estava preparada para esse tipo de evento, durante o filme um casal gay dava umas risadas muito altas, forçada mesmo, parecendo de propósito para chamar a atenção, isso em cenas simples que ninguém ria, no máximo um sorriso ou risada curta e simples, aquilo incomodava muito, mas não sei o que houve (estava na mesma fileira mas no outro bloco de cadeiras) que eles desceram e foram lá para a primeira fileira e como eu estava atrás já não incomodava tanto o barulho das risadas exageradas que nem comédia escrachada o pessoal ri assim, impressão que deu é que eles vierem na hype do filme e estavam pré dispostos a aceitar o que a história oferecia com fervor (maldição do selo Oscar) ou queria se aparecer mesmo rs.


Lady Bird - A Hora de Voar (Lady Bird)

Vamos ao roteiro do filme: Christine "Lady Bird" (Saoirse Ronan) é uma adolescente no último ano do colégio, típica garota que acha que o mundo gira ao seu redor, problemas com namoradinhos, amigas, condição social e principalmente com a mãe (Laurie Metcalf) do qual tem uma relação bem conflitante, tudo isso em volta da sua decisão de qual faculdade ela deve começar sua vida adulta, com 5 indicações ao Oscar (incluindo melhor atriz, atriz coadjuvante, diretora (Greta Gerwig) e filme) Lady Bird é a jornada simples de uma garota que esta preste a entrar na vida adulta .



Ao terminar de assistir o filme: Sobre filme selo Oscar já falei na critica de A Forma da Água, lá não se aplicava muito, mas aqui totalmente, não sei porque essa hype toda nesse longa, algumas coisas me incomodaram muito, a primeira é Saoirse Ronan não pela atuação que é boa (ela esta bem melhor em Brooklin) mas de forma alguma ela convencia ter 16,17 anos, emagreceram ela (tem quase 24 anos) colocaram umas espinhas que não saíram da cara dela o filme todo para passar como adolescente teen voadinha, aquilo me tirava da trama porque estava muito evidente que a idade da atriz e da personagem não batiam, podiam ter escolhido uma mais jovem como por exemplo a menina que fez a Hannah (Katherine Langford, 21 anos) nos 13 Reason Why, outra coisa é mencionar como são as cidades americanas para provocar, seria como fazer piada de Paulista com Carioca que lá é mais assim e aqui é mais assado, não tenho conhecimento das características das cidades de lá e a maioria das pessoas não tem, então não funciona, a história toda é basicamente a relação mãe e filha, só que com muitas pitadas em outros assuntos, um deles era depressão que seria bem interessante explorar, mas tudo fica por cima, sexualidade, trabalho, irmãos, tudo mostrado rapidamente, aliás é um filme curto, não tem 1 hora e meia, tinha mais história para contar e acaba assim do nada, fora que é um longa datado para um certo público, tinha tudo para abranger outros assuntos, mas prefere fica sempre voltando para relação mãe e filha, nada que você não tenha visto antes, de bom ele é agradável de assistir, tem humor sarcástico que funciona, não é ofensivo, com boas simetrias de cenas em contra pontos de algumas situações principalmente filha e mãe, roteiro simples e pés no chão, até porque parece um compilado de vários filmes teens que já vi antes, não é um longa ruim, mas também não é acima da média, apenas mediano, muito surpreso com tantas indicações ao Oscar, para mim a única merecida é atriz coadjuvante para Laurie Metcalf que realmente rouba mais a cena que a adulta vestida de adolescente Saoirse, Lady Bird é o famoso selo Oscar que acabam pegando sabe-se lá porque, pois não é filme de Oscar, roteiro não é original, a protagonista não convence como adolescente, apesar de algumas falas muito boas, direção nada demais, bons contrapontos da protagonista só que com poucas soluções e finalizando das categorias indicadas que o filme teve, apenas tem uma bela coadjuvante, sai decepcionado pois esperava mais, a hype era grande e não entregou, não compromete, só que muito longe de ser marcante ou objetivo, apenas bonzinho.


Assistido em: Espaço Itaú Augusta
Data: 12/02/2018
Filme nota 3/5 (Bom)


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1 Comments:

  1. A protagonista é bem interessante. Ela é uma adolescente, erra e acerta, e a narrativa não passa a mão na cabeça dela sempre. Em alguns momentos sim, parece que ela está sendo injustiçada, mas em outros dá para perceber que ela está sendo imatura. Este filme é um dos melhores do gênero de drama que estreou o ano passado acho que O Conto é um dos melhores filmes de drama. É impossível não se deixar levar pelo ritmo da historia. Amei o grande elenco do filme, quem fez possível a empatia com os seus personagens em cada uma das situações. Sem dúvida a veria novamente.

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